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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Auto-login no GDM3 Debian

Instalei um programinha sem vergonha aqui e percebi que ao reiniciar o meu Debian, não pediu autenticação de usuario para iniciar.

Ao conferir meu arquivo /etc/gdm3/daemon.conf a configuração de login automatico estava

AutomaticLoginEnable = true
AutomaticLogin = <nome-do-usuario>

Mudei para false e problema resolvido!



quarta-feira, 16 de julho de 2014

SOLUÇÂO DE ROTEAMENTO UTILIZANDO SISTEMA OPERACIONAL LINUX - QUAGGA

Olha a solução que o amigo Felippe de Abreu trouxe para que você não fique preso a soluções de roteamento de alto custo!

Vale a pena dar uma olhada pessoal!

QUAGGA


Introdução


Devido a problemas de infraestrutura da rede da empresa XYZ, alem de problemas financeiros, é necessário a implementação de um roteador utilizando sistema operacional Linux para que seja diminuir os custos na obtenção de um roteador.
Em meio as pesquisas, foi deparado com um software Open Source chamado QUAGGA, desenvolvido com o intuito de substituir um roteador CISCO a altura.


O que é o software QUAGGA?



QUAGGA é um software de roteamento TCP/IP que suporta vários protocolos, tais como RIPing, RIP (v1, v2), OSPF (v2 e v3), BGP (4 e 4+) e que foi escrito originalmente pelos japoneses Kunihiro Ishiguro e Yoshinari Yoshikawa em meados de 1996, com o nome de ZEBRA, com o intuito de substituir um roteador, que possuía uma interface um tanto quanto igualada ao IOS da Cisco, facilitando a configuração para os gerentes de redes daquela época, porem, devido a alguns problemas este projeto foi fechado, obtendo uma ramificação chamada de “zebra-pj”, e sendo rebatizada como QUAGGA.


Instalação



Inicialmente devemos ter uma máquina utilizando sistema operacional Linux. No exemplo, utilizamos a distribuição Debian, versão 7.


Figura 1.

Depois de instalado, devemos habilitar o daemon do Quagga/Zebra, no arquivo /etc/quagga/daemons, utilizando softwares de edição de textos, como o vi ou nano. No final do arquivo, edite a parte em amarelo que aparece conforme mostra a figura seguinte.



Figura 2.


Depois de instalado, devemos copiar o arquivo de exemplo de configuração, conforme mostra a figura a seguir.


Figura 3.

Este arquivo configura o daemon do Quagga/Zebra, que controla os módulos.
Após a cópia do arquivo, edite-o, utilizando um software como vi ou nano. Você pode editar a linha password (senha), que no nosso caso é “zebra”, logo mais iremos utiliza-la para realizar a conexão, então, caso você a troque, lembre-se dela!


Figura 4.

Depois de toda essa configuração inicial, devemos iniciar o serviço. A figura mostra o comando que devemos utilizar.


Figura 5.


Para que possamos atingir o painel de configuração do Quagga, iremos utilizar o comando telnet, conforme mostra a figura a seguir.




Figura 6.

Lembrando, que o Password que é pedido, é a senha configurada no arquivo /etc/quagga/zebra.conf, na linha password.

Após isso, acessamos as configurações do software para realizarmos o roteamento.

Sua interface é muito parecida com o IOS da Cisco, com alguns detalhes diferentes, tais como o salvamento da configuração, que aqui é apenas utilizando o comando write, diferente em roteadores Cisco. Esta configuração é salva no arquivo /etc/quagga/zebra.conf.

Para que seja possivel a configuração de uma inerface, é necessário ler manuais de como operar estes roteadores, ou já possuir prévias experiencias com a utilização de roteadores Cisco, porem, utilizando o comando “?”, ele traz uma lista de possíveis comandos e suas aplicações, conforme mostra a proxima figura. 


Figura 7.

Conclusão



Podemos notar que a utilização do software Zebra/Quagga é interessante quando não disponibilizados de recursos financeiros. Com ele podemos substituir um roteador sem perder a qualidade do serviço prestado, alem da facilidade de implementa-lo.

 

Bibliografia



Acesso em 15/03/2014, as 14:02.

Acesso em 15/03/2014, as 14:29.

Acesso em: 15/03/2014, as 14:44.

Acesso em: 15/03/2014, as 15:12.

Trabalho sobre uma “Solução de roteamento utilizando sistema operacional Linux”, apresentado a Faculdade de Informática de Presidente Prudente, no Curso de Redes de Computadores, na Universidade do Oeste Paulista, na matéria Roteamento, do 5º Termo, como parte dos estudos da disciplina.


Autor:

Felippe de Abreu


Orientador:

Marcelo Correia dos Santos

Rede wireless faz mal a saude?


O grande crescimento das redes de comunicação de dados por tecnologia sem fio (wireless), como Wi-Fi, WiMax, OFDM e Bluetooth, tem causado alguma preocupação entre as autoridades de saúde em todo o mundo. Algumas perguntas são colocadas de imediato:
• Estaria realmente aumentando, no ambiente urbano, a intensidade média dos campos eletromagnéticos na faixa das radiofreqüências usadas em telecomunicação (900 MHz a 10 GHz)?
• Esses campos possuem potência suficiente para provocar algum tipo de dano biológico?
• A exposição contínua, a curta distância, às emissões de campos de radiofreqüência pode representar um risco à saúde? Qual?
• Existem situações especiais, como escolas e hospitais, em que não se recomenda colocar pontos de acesso sem fio, antenas onidirecionais ou direcionais, etc?
Caso essas respostas sejam todas positivas, corremos o risco de estar vivendo um experimento de larga escala, no qual centenas de milhões de pessoas estão expostas. Os resultados danosos poderiam ser catastróficos, principalmente em longo prazo.

Radiação não-ionizante
 
Felizmente, parece não haver motivos para preocupação, dizem os cientistas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Este órgão multilateral da ONU montou há alguns anos um grupo de especialistas para investigar os resultados da literatura científica e médica a respeito dos efeitos de campos eletromagnéticos não-ionizantes sobre a biologia e a saúde.
O tipo de radiação utilizada em radiocomunicação (incluindo o rádio e a televisão, que existem há muito tempo) é do tipo não-ionizante. O que significa isso? Ao contrário da radiatividade, dos raios gama, dos raios-x e de alguns tipos de raios ultravioleta, as microondas e ondas de rádio não possuem energia suficiente para quebrar ligações moleculares. Quando isso acontece, elétrons são arrancados pela energia da radiação incidente e formam-se íons, cujo acúmulo pode ser nocivo para as células e tecidos orgânicos, levando à morte celular e à mutação. Em casos de exposição longa e intensa aos raios ionizantes, pode surgir até mesmo o câncer, como aconteceu com os sobreviventes das bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki e com os moradores próximos a Chernobyl, entre outros exemplos.
O único efeito plenamente demonstrado das radiações não-ionizantes (RNI) é o aquecimento da matéria, por rotação e agitação de moléculas bipolares. É este, aliás, o princípio por trás do forno de microondas. E o calor pode realmente causar danos biológicos consideráveis, se for de uma certa energia.

Baixa potência

Nos dispositivos usados para telecomunicação, em geral a potência utilizada é muito baixa. Por exemplo, uma antena de uma estação radiobase típica de telefonia celular irradia entre 20 W a 100 W. A antena do telefone celular GSM irradia menos do que 1 W. Um ponto de acesso Wi-Fi fica entre 30 mW e 200 mW. Ou seja, é muito pouco para provocar qualquer efeito térmico significativo. Um fator extremamente importante é que, à medida que uma pessoa se afasta de uma antena, a intensidade cai de maneira muito rápida. A alguns metros de uma antena de Wi-Fi, por exemplo, a intensidade é de apenas um milésimo da original. A 20 ou 30 metros, a radiação é tão pequena que somente instrumentos muito pequenos são capazes de detectá-la.
Além disso, quanto menor o alcance da antena, menor é a potência de irradiação utilizada. Por exemplo, pontos de acesso Wi-Fi domésticos são projetados para um raio de cerca de 60 a 70 metros. Um dispositivo Bluetooth alcança no máximo um par de metros de distância. Uma estação radiobase de telefonia celular alcança algumas centenas de metros a no máximo a uns 2 km. Um estudo francês, que monitorou 24 horas por dia, através de um sensor portátil, os campos de radiofreqüência a que estavam submetidos voluntários no seu cotidiano, detectou que as freqüências de 900 MHz a 6 GHz (usados na telefonia celular - GSM, CDMA, TDMA - e nas redes Wi-Fi, OFDM e WiMax) representam menos de 2% de toda a potência recebida ao longo do dia. As rádios FM e os canais de TV em UHF e VHF são as que mais contribuem, com cerca de 10% a 20%.
A maior surpresa (mas não tanto) é que cerca de 70% dos campos de radiofreqüência que recebemos são oriundos de fontes naturais, como o sol, os planetas, os corpos aquecidos de qualquer natureza, etc. Com isso, é absolutamente irrelevante a contribuição total de densidade de potência de radiofreqüência dos sistemas de comunicação sem fio.
A densidade de potência média também não parece estar aumentando. Ela é muito pequena, pois os sinais de rádio das múltiplas fontes e freqüências interferem uns com os outros, pois não são sincronizados.
No caso das antenas direcionais, como as parabólicas, embora elas tenham uma intensidade maior que os outros tipos de antenas, o dano biológico provável é também muito pequeno, pois geralmente elas são colocadas em pontos muito altos, fora do trânsito normal de pessoas. Os feixes emitidos abrangem um espaço bem restrito. Os únicos que devem se preocupar com elas são os trabalhadores que fazem montagens e manutenção em grande proximidade, mas a forma de evitar possíveis danos é simples: basta desligar o equipamento quando estas atividades forem realizadas.

Limites de segurança

Depois de 50 anos de pesquisas e mais de 20 mil trabalhos publicados, a conclusão do grupo da OMS é clara: não existem efeitos sistemáticos comprovados pela radiação não-ionizante (RNI) sobre a saúde humana, desde que os sistemas respeitem determinados limites máximos de exposição (em biologia, tudo em excesso pode fazer mal, até água; então, as exposições a agentes físicos e químicos devem ser limitadas).
Nesse sentido, nos anos 70 formou-se um comitê científico independente, chamado ICNIRP (International Committee for Non-Ionizing Radiation Protection, ou Comitê Internacional para a Proteção de Radiações Não-Ionizantes). Esse comitê determinou, em versões sucessivas, quais são os níveis de RNI do espectro eletromagnético, para cada faixa de freqüência, que provocam o aquecimento de 1 grau Celsius em um volume determinado de matéria. Em seguida, dividiram esse valor por 50 e propuseram os valores limites de segurança que não devem ser ultrapassados.
Atualmente, todos os equipamentos de radiofreqüência respeitam esses limites, dos handsets de telefonia celular às placas de Wi-Fi de laptops, das grandes antenas de rádio e TV às pequenas microcélulas da telefonia celular. O Brasil, através de normas legais da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), adotou os padrões ICNIRP, e os fabricantes e operadoras são obrigados a respeitá-los para homologar seus equipamentos e sistemas.

Conclusões

Os prefeitos e secretários de saúde e de meio ambiente das comunidades que estão querendo implementar redes sem fio para projetos de Cidade Digital podem ficar tranqüilos quanto a um potencial risco de saúde para a população. As densidades de potência das antenas onidirecionais e a direcionalidade das antenas parabólicas excluem a probabilidade de interações danosas com organismos vivos, mesmo em longo prazo.
Um estudo dinamarquês, que acompanhou mais de 400 mil usuários de telefones celulares por até 20 anos, demonstrou risco zero de câncer. E os estudos de revisão feitos por um grande número de órgãos nacionais e internacionais envolvidos com a proteção à radiação concluíram unanimemente que não existem motivos para temer riscos à saúde dessas radiações não-ionizantes, desde que sejam respeitados os limites de segurança.

Fonte: http://www.guiadascidadesdigitais.com.br/site/pagina/redes-wireless-existe-algum-perigo-para-a-sade

terça-feira, 15 de julho de 2014

Descobrindo o MAC

 Uma maneira mais facil para descobrir o MAC (Media Access Control) de uma maquina ou periferico na rede é utilizando o ARP (Address Resolution Protocol).

O ARP é um protocolo usado para encontrar um endereço da camada de enlace (Ethernet por exemplo) a partir do endereço da camada de rede (como um endereço IP). 

Os comando aqui apresentados foram testados via Terminal (Debian) e Prompt de Comando (Windows).

Sintaxe do Comando:

arp -a [endereço da máquina]

Aplicação:

arp -a 192.168.0.1

Resultado:

Interface:  192.168.0.1  --- 0xb
  Internet Address    Physical Address      Type
  192.168.0.1          xx-xx-xx-xx-xx-xx     dynamic

Sendo xx:xx:xx:xx:xx:xx o MAC.

Abraço!

sexta-feira, 11 de julho de 2014

VNC Debian

 
Faça o download do vnc 64bits ou 32bits:

https://www.realvnc.com/download/vnc/

Descompacte o arquivo:

# tar -zxvf VNC-5.2.0-Linux-x64-DEB.tar.gz

O programa viewer vem separado de server, entao instale um por vez.

Instalando o server:

# dpkg -i VNC-Server-5.2.0-Linux-x64.deb

Instalando o viewer:

# dpkg -i VNC-Viewer-5.2.0-Linux-x64.deb

Espero ter ajudado!

Abraço!

LibreOffice

 
O LibreOffice é uma suite de escritório livre compatível com as principais suítes de escritório do mercado. Oferece todas as funções esperadas de uma suite profissional: editor de textos, planilha, apresentação, editor de desenhos e banco de dados.

Você pode encontra-lo nas versões Linux.deb, Linux.rpm, MacOS X, e Windows!

Baixe no site https://pt-br.libreoffice.org/baixe-ja/outras-versoes/
ou instale por linha de comando.


Linux.deb
# apt-get install libreoffice

Linux.rpm
# yum install libreoffice

MacOS e Windows
Executar

Pré-requisitos

Windows

  • Microsoft Windows 2000 (Service Pack 4 ou superior), Xp (5.1), Server 2003 (5.2), Vista (6.0), Server 2008, Server 2008 R2, Sete, Oito, Server 2012, Oito ponto Um;
  • Pentium-compatível PC (Pentium III, Athlon ou sistemas mais recentes são recomendados);
  • 256 Mb RAM (512 Mb RAM recomendado);
  • Pelo menos 1,5 Gb de espaço em disco disponível;
  • Monitores e sistemas gráficos com resolução de 1024x768 (resoluções maiores são recomendadas), com pelo menos 256 cores.
É necessário possuir os direitos administrativos de sistema para o processo de instalação.
O registro do LibreOffice como aplicação padrão para os formatos do Microsoft Office pode ser forçado ou eliminado utilizando-se das chaves abaixo na linha de comando pelo instalador:
  • /msoreg=1 forçará o registro do LibreOffice como aplicação padrão para os formatos do Microsoft Office;
  • /msoreg=0 eliminará o registro do LibreOffice como aplicação padrão para os formatos do Microsoft Office.
Ao executar uma instalação utilizando o comando setup /a, será necessário verificar que o arquivo msvc90.dll esteja instalado no seu sistema. Este arquivo é necessário para iniciar o LibreOffice.org logo após uma instalação administrativa. Baixe este arquivo por aqui.
Para alguns recursos do software – mas não a maioria – é necessária a máquina Java, especialmente para o Base.
Sempre faça uma cópia de segurança de seu sistema e de seus dados antes de instalar ou remover programas.

Macintosh

  • Mac OS X 10.4 (Tiger) ou superior;
  • Processador Intel;
  • 512 Mb RAM;
  • Até 800 Mb de espaço em disco disponível;
  • Dispositivo gráfico de resolução 1024x768 com 256 cores (resoluções maiores recomendadas).
O suporte no Mac OS X para PowerPC foi descontinuado.
Se você estiver executando o Mac OS X 10.8 (Mountain Lion), você pode se deparar com um problema com o novo Gatekeeper da Apple. Este artigo pode ser útil. Uma solução mais fácil para instalar a suíte e executá-la pela primeira vez, com o botão direito do mouse no ícone do LibreOffice.app, escolha Abrir no menu de contexto. Você será perguntado se você realmente deseja iniciar o programa, confirme isso para iniciá-lo.
Para alguns recursos da suíte – mas não a maioria – é necessária a máquina Java, especialmente para o Base.
Sempre faça uma cópia de segurança de seu sistema e de seus dados antes de instalar ou remover programas.

GNU/Linux

Via de regra, recomenda-se instalar o LibreOffice pelos métodos normais de instalação de sua distribuição GNU/Linux (tais como o Ubuntu Software Center, no caso do Ubuntu). Isso porque é a maneira mais simples para obter uma instalação melhor integrada dentro de seu sistema. É bastante provável que o LibreOffice já esteja instalado junto de seu sistema operacional GNU/Linux.
Os instaladores fornecidos pela comunidade LibreOffice servem para usuários com necessidades especiais e casos não triviais.
Algumas distribuições GNU/Linux possuem sua própria versão “nativa” do LibreOffice, que pode ter recursos diferentes da versão oferecida pela comunidade. Em muitos casos, pode-se instalar a versão da comunidade ao lado da versão “nativa”. Entretanto, recomendamos remover a versão nativa antes de instalar a versão da comunidade. Para mais detalhes sobre como fazer isso, consulte a ajuda ao usuário de sua distribuição GNU/Linux para remoção do programa.
Assegure-se que tenha memória livre suficiente em um diretório temporário de seu sistema e verifique se as permissões de leitura, escrita e execução lhe foram outorgados. Feche os demais programas antes de iniciar o processo de instalação.
Os pré-requisitos de software e de hardware para instalar o LibreOffice em um sistema GNU/Linux estão descritos abaixo:
  • Kernel versão 2.6.18 ou superior;
  • glibc2 versão 2.5 ou superior;
  • gtk versão 2.10.4 ou superior;
  • Pentium-compatível PC (Pentium III, Athlon ou sistemas mais recentes são recomendados);
  • 256Mb RAM (512Mb RAM recomendados);
  • Espaço em disco de 1,55Gb;
  • Servidor X com resolução de 1024x768 com 256 cores (resoluções maiores recomendadas);
  • Gnome 2.16 ou superior, com os pacotes gail 1.8.6 e at-spi 1.7 (necessários para suporte as ferramentas de tecnologia assistencial [AT]), ou outras GUI compatível (KDE, entre outras).
Seja SOFTWARE LIVRE!

Fonte:https://pt-br.libreoffice.org/home/

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Nmap Online

Dica do dia!

 Nmap (Network map) é uma ferramenta muito util para pentest (teste de penetração), e o Nmap Online http://nmap.online-domain-tools.com/ é otimo para testar a vulnerabilidade de sua propria rede fora dela!

Com o Nmap online não precisamos de ajuda externa!

Teste já a vulnerabilidade de sua rede!

Valeu!